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"Entender todo o processo histórico que por anos excluiu a mulher da vida pública, é necessário para compreender a conjuntura atual das relações de gênero dentro e fora da política. Desde revolução industrial, com o surgimento da classe burguesa, a mulher foi direcionada a assumir papéis dentro da vida privada com quase nenhuma participação em espaços de poder.

As funções de cuidado com a casa, filhos e marido, atribuições da vida privada, se tornaram a base do modelo social a ser seguido por gerações. As mulheres ao longo dos anos foram submetidas a funções que atenderiam aos interesses do Estado, da igreja e do capitalismo".
Por @suzziiany

Texto completo na matracas.com.br (link nos stories).
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Consegue mensurar quantos acertos não foram devidamente celebrados por que você não se achava digna? Quantas realizações foram tratadas com desdém por que você não acreditava ser boa o bastante? 🤔

O fenômeno da impostora, anteriormente debatido como síndrome da impostora, resume-se à sensação de não merecimento do sucesso alcançado.

A condição, que recai principalmente sobre as mulheres, afeta a autoestima, bem-estar e o protagonismo feminino no mercado de trabalho. Além de não ser um caso isolado, a situação está atrelada à falta de representatividade e opressões do patriarcado.

Entre os sinais mais recorrentes, podemos citar: autossabotagem, perfeccionismo, projetos inacabados, insegurança, procrastinação ou esforço excessivo.

Apesar de não haver um remédio ou solução imediata, o acompanhamento profissional e autoconhecimento são alguns caminhos possíveis para não ser dominada pelos pensamentos intrusivos.

E você, o que faz para não acreditar naquela voz que insiste em dizer que não és boa o suficiente?

👇🏼Deixe nos comentários a sua tática e ajude mais mulheres neste processo!

#mulher #impostora #autossabotagem #autoestima
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"Mas acontece, querido, que rock também tem ovários e úteros".

Hoje o Brasil perde uma das maiores referências de talento, liberdade e sagacidade.

Rita Lee, obrigada por ter nos presenteado com tamanha genialidade e irreverência. Seu legado continuará florescendo em todas as ovelhas negras deste país.

Que a sua passagem seja leve, nossa eterna rainha! ♥️
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"Pixote", o mais novo videoclipe da cantora Symara Fernandes, será lançado nesta quinta-feira

"Com um apelo social contundente, Pixote traz uma mensagem (infelizmente) real, que nos alerta sobre a realidade de muitas de nossas crianças. A situação de abandono tem que ser melhor cuidada, a vulnerabilidade é uma perigosa consequência. Já disse certa vez Mário Quintana: “pior do que abandonar, é esquecer”. Tenhamos cuidado”, destaca a artista."

Pixote é uma canção de Ninor Freitas e foi inspirada no personagem do filme “Pixote – a lei do mais fraco”, uma produção cinematográfica brasileira da década de 80, do diretor Hector Babenco, baseada em fatos reais, assim como nos meninos que o autor via nos sinais de trânsito vendendo balas e bombons.

O clipe será lançado no canal da cantora no YouTube, na quinta-feira (11), às 20h. O projeto é resultado do Prêmio Fomento a Cultura - Lei Maurício de Oliveira, edição 2022, através da Prefeitura Municipal de Mossoró.

Laia mais na matracas.com.br (link nos stories)
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🔊 Vem aí mais uma edição da Feira de Mulheres Empreendedoras e Artesãs (Femea)!

O evento acontecerá nos dias 12 e 13 de maio, de 17h às 23h, na Praça de Eventos (Corredor Cultural Mossoró-RN).

Com entrada gratuita, a feira reúne artesanato, gastronomia, música e espaço pet. Você não vai ficar de fora, né? 😉

A iniciativa visa fomentar os negócios femininos e propagar o empoderamento das mulheres rio-grandenses.

Para mais informações, acesse a página da Femea @feira_femea.
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A vida criativa de uma mulher é tolhida de diversos modos, tornando-a poluída, sem brilho, disfuncional. Seguir buscando novos caminhos diante do exílio de si é uma tarefa árdua, principalmente quando a própria psiquê está congelada, esgotada por tantos limites impostos: seja nas relações amorosas, onde o/a companheiro/a não nutre o amor
conforme ele merece; seja nas relações de trabalho, onde o ambiente não supre as capacidades criativas e normatizam todas as ações com uma burocracia infindável; seja em seu próprio lar, onde a rotina não dá brechas para que o novo surja, mesmo que aconteça no cozinhar ou no arrumar os móveis; seja nas ditas “amizades”, onde atualmente os laços só acontecem por interesse e exploração entre as pessoas.

Por @aryannequeiroz_psi
Leia mais na matracas.com.br (link nos stories).
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No dia do trabalho, relembramos não apenas dos manifestantes que transformaram a data, mas de todo o trabalho incessante feminino.

As reivindicações e lutas feministas tiveram fundamental importância na inserção das mulheres no mercado e no debate atual em torno da expropriação/dupla jornada.

Que os trabalhadores, principalmente as mulheres minorizadas deste país, alcancem ainda mais direitos! ✊🏽♀️
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📌 A próxima edição da Feira Bangalô acontecerá no dia 06/05, às 16h, na Cervejaria Cabocla.

Com mais de 50 expositores, a iniciativa conta com artesanato, música ao vivo, intervenções artísticas, praça de alimentação, espaço pet friendly, flash tattoo e acessibilidade para PCD. Massa demais, né? 😉

O evento reúne microempreendedoras independentes que apostam na criatividade para movimentar a economia e cultura mossoroense.

Para saber mais, confira a página @feirabangaloo.
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A notícia do divórcio de Preta Gil e Rodrigo Godoy levantou mais uma discussão nas redes sociais sobre o peso do cuidado nas relações afetivas. Afinal, quando a mulher não pode cuidar, a promessa do "para sempre" continua? Ainda é possível acreditar em um "final feliz" se a esposa não puder realizar as funções de antes?

Sistematicamente educadas para servir, as mulheres são induzidas a acreditar que o casamento representa a realização de todos os desejos e sonhos. Como se não houvesse outros caminhos, alguns muito mais interessantes e proveitosos do que esse, continuam sendo instigadas a fazerem tudo o que está ao alcance em prol desta união. Logo, todo o cuidado, ou a maior parte dele, recai sobre elas - no desgaste físico e carga mental.

E quando a mulher não pode mais desempenhar tais atividades, quem assume o fardo? Quem fica para cuidar da mulher? Apenas outra(s) mulher(es). Não é de hoje que notícias como essa, ou dados alarmantes de saúde, revelam o abandono matrimonial quando as mulheres invertem a "regra" e assumem a condição de cuidadas - e não mais de cuidadoras.

Isso ocorre porque as figuras masculinas mudam com o passar dos anos, mas a lógica patriarcal do cuidado permanece. As mulheres deixam as casas dos pais e, mesmo assim, carregam toda a responsabilidade de manter a promessa divina a partir das performances "perfeitas" como sujeito, mãe e filha. Se uma das personas falha, todo o relacionamento está comprometido. Todavia, doença não é erro ou agora está sendo enxergada assim?

Logo, onde fica o "sim" heteronormativo, pronunciado no altar, no conhecido trecho: na saúde e na doença? A resposta tem prazo de validade ou só serve para as enfermidades que recaem sobre os companheiros?

Que as Pretas, cantoras ou não, encontrem o afeto de que tanto precisam e que se distanciem cada vez mais de toda jura que beneficia somente um dos cônjuges.
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Esse texto é para uma coluna, e como tal, tenho a liberdade de tecer minhas próprias impressões e interpretações sobre fatos passados ou presentes. É comum trazermos fatos com base em dados, pesquisas e com certa relevância científica. O texto de hoje ficará no plano mais interpretativo de fatos e histórias narradas ao longo dos anos. E, principalmente, a interpretação sobre as escolhas femininas que ganharam ao longo da história mais condenações do que aprovação social.

Por @suzianyaraujoadvogada
Texto completo na matracas.com.br (link nos stories).
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O relatório "As Mulheres na Pós-Graduação", produzido pela Universidade de São Paulo (USP), revelou que as mulheres ocupam 55% das vagas discentes dos programas de pós da instituição. Entretanto, a progressão acadêmica das professoras continua inferior a dos homens, visto que eles concentram 69,4% das promoções ao ápice da carreira universitária.

Mesmo que as mulheres tenham uma formação mais completa, são os homens que figuram nos cargos de liderança. E essa é a realidade em diversas áreas do mercado. Afinal, quantas mulheres você conhece que ocupam posições de chefia?

Seja pela falta de incentivo ou dupla jornada de trabalho, o sistema patriarcal continua valendo-se da expropriação das mulheres para manter os mesmos homens - brancos, ricos, héteros e cristãos, no comando. Apesar dos incontáveis esforços diários, a mudança do modelo vigente requer uma articulação política coletiva, contínua e sistêmica.

Além de um olhar cauteloso sob as interseccionalidades sociais que recaem sobre os corpos negros, periféricos e marginalizados - ou qualquer outro que não se encaixe no padrão da branquitude. O tema, além de complexo, é um dos pontos mais desafiadores nesta luta por uma maior representatividade nos ambientes de poder.

Enquanto não há um caminho comum para a ruptura total deste paradigma, lembre-se: ao chegar no topo, faça com que mais mulheres cheguem também!
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Novos casos de denúncias de racismo contra a rede de supermercados Carrefour fizeram com que o Educafro e o Centro Santos Dias de Direitos Humanos retornassem à Justiça de São Paulo com outra ação civil pública.

Mesmo após a morte de João Alberto Silveira, em novembro de 2020, a organização continua sendo acusada de discriminação racial contra pessoas negras que frequentam os estabelecimentos em todo o País.

Afinal, pode o subalterno comprar? Ou o corpo negro só serve para ocupar esses ambientes na condição de subserviência e jamais como clientela? Quantos sujeitos, imobilizados no chão ou seguidos pelos corredores, serão alvos desta política discriminatória?

No imaginário da branquitude, não há possibilidade do livre exercício de ir e vir da comunidade negra sem que essa esteja acorrentada às figuras coloniais. Tais imagens de controle exemplificam como a hegemonia enxerga e fiscaliza os sujeitos historicamente marginalizados, reduzindo-os às condições de subordinação em qualquer ambiente.

As situações, além de recorrentes em locais públicos e privados, mostram-nos que mesmo com o fim da escravização no Brasil, a carne mais barata do supermercado continua sendo a carne negra.
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