Racismo linguístico e opressão sofrida Racismo linguístico e opressão sofrida
Racismo linguístico e opressão sofrida
Ady Canário / Colunistas / Destaque
O CORPO-EXÍLIO FEMININO O CORPO-EXÍLIO FEMININO
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Aryanne Queiroz / Colunistas / Destaque
Para sempre felicidade: uma deliciosa surpresa. Para sempre felicidade: uma deliciosa surpresa.
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Colunistas / Destaque / Natalia Santos

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"No momento em que li sobre racismo linguístico desvelou-se uma abordagem de diversos aspectos da linguagem social. Pensamos nas relações entre mulheres negras e brancas por que vivemos no cotidiano de nossas vidas inúmeros acontecimentos que vão se naturalizando por meio da linguagem e em suas intersecções.  Como uma noção chave no âmbito do racismo epistêmico, o racismo linguístico nos conduz para além das vivências, mas nos coloca diante de tensões e enfrentamentos diários."

Por @adycanario
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"Quando foi que começaram a fazer com que nós, mulheres, passássemos a esconder o nosso poder? A mulher realmente não pode controlar a si mesma, precisa de uma fala masculina para repreendê-la e representá-la? Por que a feminilidade é tão recriminada pela sociedade e tão escondida por nós, mulheres? Por que servimos tanto a esse patriarcado, se ele não nos protege, não nos beneficia em nada? "

Por @aryannequeiroz_psi
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"Em 2021 a Netflix lançou o romance sul-africano “Para Sempre Felicidade” como sequência do sucesso “Happiness Is a Four Letter Word” (2016), dirigido por Thabang Moleya e roteirizado por Ayanda Halimana. No entanto, só esse ano tive o prazer de acompanhar essa deliciosa história sobre amizade, amor e sororidade.

Não é novidade que tento sempre trazer dicas de produções femininas, mas desta vez quis dar destaque a uma direção masculina que acerta o tom de um roteiro feminino. Além disso, me encantou ver um filme sul-africano chegando a uma plataforma de streaming mundialmente conhecida, dando voz e vez a um elenco predominantemente negro que pouco estamos acostumados a ver."

Leia mais na coluna de @nataliabcs
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"O Estado brasileiro, mais uma vez, reafirma seu projeto genocida contra a população negra, tendo matado Genivaldo de Jesus Santos em Umbaúba-Sergipe, após ser colocado no camburão de uma viatura policial, em 25/05, mesma data em que assistimos, há dois anos, o caso George Floyd nos Estados Unidos.

Ambos, Genivaldo e George, morreram asfixiados pelo forte vírus da violência racista estrutural em ações policiais.

Genivaldo deixa Maria Fabiana e seu filho, um menino de sete anos, que, com certeza, terá muita dificuldade de compreender o por quê do seu pai ter sido assassinado dessa forma, sem contar como fica a situação de existência, pois era Santos que sustentava a família."

Por @adycanario
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"Escrever sobre uma chacina não é fácil. Escrever sobre a guerra civil brasileira, menos ainda. Sim, vivemos uma guerra. E não é contra às drogas, pois os usuários continuam consumindo, comprando, muitas vezes em espaços públicos ou em seus condomínios fechados. Esse é um tema que perpassa diversos outros assuntos e eu escrevo sobre porque sou atrevida, pois é tão complexo e profundo que daria no mínimo uma monografia.

Na última semana, foram 23 mortos numa chacina na Vila Cruzeiro e a morte de Genivaldo de Jesus, um homem neuroatípico,  asfixiado numa câmara de gás improvisada pela PRF de Sergipe."

Por @luanefrnds (link nos stories).
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"É necessário levar conhecimento sobre práticas e condutas que são tipificadas como crime de violência doméstica. A falta de conhecimento básico transforma atitudes criminosas (de violência doméstica) em mera conduta comum. Para que esse conhecimento chegue a todas as mulheres, é fundamental a promoção de politicas públicas de enfrentamento a violência domestica e que essas politicas, que em parte já são aplicadas, não fiquem apenas no campo da repressão, mas que possam ganhar cada vez mais força no campo educacional."

Por @suzianyaraujoadvogada
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"Os comitês populares de luta são espaços de diálogos sobre o Brasil que a gente quer. Espaços onde a gente quer conversar com as pessoas sobre o preço do alimento, ampliação da violência, qual o projeto que elas querem para o país. Eles pretendem conversar com todas as pessoas que tiverem interesse em construir um país melhor, sem fome, um país que seja, de fato, para todos e todas. O comitê popular é esse lugar de debate de que país a gente quer construir”.

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Estamos no mês dedicado às mães. Tudo e tod@s voltados a homenageá-las em suas diversas versões que hoje se configuram na sociedade: mãe solo, avó que é mãe, quem gestou, quem adotou, quem teve parto normal, quem teve cesariana, mãe de um ou de vários, quem amamentou ou deu fórmula; quem teve companheiro (a) no processo, quem voltou a trabalhar ou quem ficou em casa, quem ainda está na expectativa, quem está aprendendo a lidar com o novo corpo, para aquelas que desafiam padrões, a que se despediu do filho cedo demais, para as mães que já se foram… inúmeros contextos com a unidade de uma coisa comum, o amor pela cria.

Por @rafaela.gurge (link nos stories). Acesse matracas.com.br
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"Quais os discursos referentes ao marco histórico de 13 de maio? O que representam, especialmente para a educação? Desde meados dos anos 1970, o Movimento Negro e as entidades da sociedade denunciam a forma como o 13 de maio é rememorado no Brasil. O fato da assinatura da Lei Áurea, em 1888, ser comemorada, sobretudo nas escolas, como ato benevolente do poder colonial, num modo estereotipado e de como tudo isso se constrói em relação aos africanos escravizados. Um verdadeiro silenciamento acerca da luta e resistência negra"

Por @adycanario (link nos stories).
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Segundo a professora Suamy Soares, coordenadora do NEM, “o Núcleo atua fundamentalmente com formações teóricas, técnicas e políticas na área dos direitos das mulheres e dos direitos humanos, e está disponível para contribuir levando conhecimento e o debate para escolas, CRAS, NASFS, UBS, e grupos comunitários”.

Matéria de @emanueladesousa (link nos stories).
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Faz menos de duas décadas desde que as mulheres passaram a ter proteção legal1 contra a violência doméstica pela qual sofrem desde sempre, razão pela qual há de se presumir que a problemática não era discutida há vinte anos com tamanha amplitude e publicidade como é atualmente.

Acredito piamente que o cinema, a benefício da humanidade, se antecipa ao abordar muitos temas mesmo antes de se tornarem pautas sociais de grande importância. Assistindo ao clássico suspense Dormindo com o Inimigo (1991) pude refletir sobre a importância das mais diversas formas de expressão e arte.

Por @nataliabcs (link do texto na bio).
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"Safira é uma das personagens mais intensas da minha jornada como escritora. A jovem canoísta de 15 anos me fez pensar sobre o quanto a adolescência é delicada e desafiadora. Pensei em uma menina com as características iniciais de uma anti-heroína, que amadurece ao longo do tempo a partir de experiências dolorosas. Há um processo de crescimento emocional que culmina em redenção”. @anaclaudiatrigueiro

Link da matéria nós stories 🤳
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Inspirada no que nos lembra a música do grupo CoisaLuz quando canta: “Mulheres que caminham juntas, ninguém é capaz de domar” , quero trazer a memória o #EleNão de 2018, momento que várias mulheres de distintos espectro político, de distintas religiões, cores, lugar de moradia e inclusive diferentes classes sociais, apontavam que um candidato que defendia armas, que tinhas atitudes racistas, machista e LGBTfóbicas, que além disso era completamente despreparado para governar o país, traria retrocessos em todos os âmbitos da vida social, mas isso teria um impacto ainda maior na nossa vida.

Estávamos certas!

Vivemos hoje em um país que a fome voltou de forma massiva e quem mais tem que lidar com essa realidade são as mulheres negras. Quem ainda não está vivenciando diretamente a fome, está vendo sua alimentação piorar dia após dia, pois os preços dos alimentos dificultam inclusive os setores médios a ter acesso a mesma comida que tinha antes. E nesses setores médios também são as mulheres que tem que lidar com a cobrança de fazer mais com menos, mas é preciso perguntar se com outra política econômica, social e ambiental seria preciso fazer mais como quase nada, como ocorre hoje.

Por @michelacalaca (link nos stories).
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"Lamentavelmente, e em geral, as mulheres negras são tratadas como problema e excluídas no exercício de seus direitos aos bens e servidos pelo poder do Estado, seus entes e ações. Como aponta a declaração da III Conferência Mundial contra o racismo, xenofobia e intolerâncias correlatas: “Estamos convencidos de que racismo, discriminação racial, xenofobia e intolerância correlata revelam-se de maneira diferenciada para mulheres e meninas, e podem estar entre os fatores que levam a uma deterioração de sua condição de vida, à pobreza, à violência, às múltiplas formas de discriminação e à limitação ou negação de seus direitos humanos”.

Por @adycanario
Link da coluna nos stories 🤳
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"A maternidade compulsória afeta a todas nós, de forma mais ou menos intensa. Tecnicamente, uma mulher que deseja filhos no futuro, mas acha que ainda não seja o momento para os ter, se mantém dentro da normatividade materna. Ela quer virar mãe, cumpre a expectativa normativa. Pode sentir uma cobrança mais interna, no sentido de querer algo que ainda não consegue realizar. Por sua vez, expressar a falta de desejo de se tornar mãe configura uma transgressão a essa normatividade. Apesar de a não maternidade ser mais aceita em determinados círculos sociais, não vem sem pressões ou agressões". Ana Luiza de Figueiredo (@analuiza.dfigsouza), autora do livro “Ser mãe é f*d@!”: mulheres, (não) maternidade e mídias sociais”.

Leia matéria completa na matracas.com.br (link nos stories).
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"Que estamos inseridos numa cultura machista, misógina e sexista, isso boa parte das mulheres sabem, por que de uma forma ou outra, um desses elementos vai chegar à sua vida. Mas para que fique claro o significado real de cada termo, vamos às definições de cada um, acompanhados de alguns exemplos para que fique clara nossa percepção. 

O machismo pode ser definido como um sistema de representação e comportamentos que diferencia as relações entre homens e mulheres, ou seja, tem ligação com gênero, sendo caracterizado por um sistema de dominação que se confirma nas relações, onde um comporta-se de forma superior ao outro. O machismo nem sempre se apresenta de forma tão explicita, em grande parte, mostra-se sutil nas relações cotidianas, principalmente naquelas em que homem está ocupando uma posição mais favorável que as mulheres. Algumas atitudes como tentar justificar a roupa de uma vítima de assédio, acreditar que homens precisam colaborar com serviços em casa, quando na verdade também é obrigação deles, são alguns exemplos que revelam o machismo presente diariamente em nossas casas."

Por @suzianyaraujoadvogada (link do texto completo nós stories).
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Já fazia algum tempo que eu não assistia a um filme que me surpreendesse para além dos já saturados “plot twist”* que vemos na maioria das produções atuais. Por esse motivo resolvi trazer a indicação de um longa atual e ao mesmo tempo original justamente porque subverte as expectativas do espectador sobre os clichês da maioria dos filmes terror e suspense.

Em Fresh (2022), vemos uma jovem adulta chamada Noa se frustrar com encontros marcados através de aplicativos de namoro. Ela, no entanto, acaba conhecendo um cara “na vida real” chamado Steve, com quem começa a ter um relacionamento “dos sonhos. Noa aceita um convite de Steve para uma escapada de fim de semana, mas descobre que o novo amante esconde alguns segredos incomuns.

Por @nataliabcs (link do texto nos stories).
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"No início, era projeto. Hoje, concretude. Tudo começou no componente curricular História e Psicanálise, no curso de graduação em História, da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN). Certo dia, a turma adentrou em uma discussão (em sala online, no contexto de Pandemia do COVID-19) sobre a “perda da virgindade”. 

Depois dessa aula, ficou o assunto reverberando em mim. Paralelamente, estava eu fazendo leituras de textos sobre Feminismos, os quais eram obrigatórios para serem discutidos em sala de aula no Doutorado de Ciências Sociais, na disciplina Seminários Temáticos de Gênero – Conexões entre feminismos clássicos e contemporâneos, no Programa da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC)."

Por @aryannequeiroz_psi

Mais sobre o e-book "Memórias de Virgindades Perdidas" na matracas.com.br (link nos stories).
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"No artigo anterior falei um pouco da importância do dia de hoje, o 2 de abril é uma data celebrada mundialmente. Apesar de nos dias atuais o autismo ser um transtorno já conhecido da grande parte da população, muitos ainda não têm dimensão da proporção que ele causa. Em pesquisa recente nos EUA, estima-se que exista 1 autista para cada 44 nascimentos. É uma dimensão assustadora e devastadora se imaginarmos que esse número tende sempre a cair.

A nível de Brasil, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) é o órgão responsável pelo censo que a cada década levanta dados essenciais para políticas governamentais. O último levantamento, em 2010, estimava uma população de 45 milhões de pessoas com deficiência e uma subnotificação (sem dados precisos) de 2 milhões de brasileiros com TEA. A grande novidade para a pesquisa deste ano, que já está em vigor, é de uma pergunta significativa sobre pessoas no espectro, dados de muita importância para que sejam elaboradas políticas públicas vislumbrando melhorias em áreas como saúde, educação e assistência social."

Coluna de @rafaela.gurge na matracas.com.br
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"Para que o tema violência doméstica deixe de ser pauta central é preciso construir hoje o alicerce entre as atuais e futuras gerações, para que cresçam respeitando as mulheres como sujeitos detentores de direitos individuais e coletivos.  É preciso a formação de uma cultura que não reproduza mais o machismo, e tem que iniciar em casa, nas escolas, nas instituições públicas e privadas, e nos mais diversos espaços coletivos. E é necessário que a sociedade seja capaz de entender a importância dessa transformação."

Coluna de @suzianyaraujoadvogada na matracas.com.br (link nos stories).
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