Núcleo Simone de Beauvoir promove debate sobre violência contra mulher com pais e funcionários da UEI do bairro Paredões Núcleo Simone de Beauvoir promove debate sobre violência contra mulher com pais e funcionários da UEI do bairro Paredões
Núcleo Simone de Beauvoir promove debate sobre violência contra mulher com pais e funcionários da UEI do bairro Paredões
Destaque / Violência contra mulher
13 de maio nos discursos e resistências 13 de maio nos discursos e resistências
13 de maio nos discursos e resistências
Ady Canário / Colunistas / Destaque
As Mulheres Sempre Dormiram com o inimigo. As Mulheres Sempre Dormiram com o inimigo.
As Mulheres Sempre Dormiram com o inimigo.
Colunistas / Destaque / Natalia Santos

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Faz menos de duas décadas desde que as mulheres passaram a ter proteção legal1 contra a violência doméstica pela qual sofrem desde sempre, razão pela qual há de se presumir que a problemática não era discutida há vinte anos com tamanha amplitude e publicidade como é atualmente.

Acredito piamente que o cinema, a benefício da humanidade, se antecipa ao abordar muitos temas mesmo antes de se tornarem pautas sociais de grande importância. Assistindo ao clássico suspense Dormindo com o Inimigo (1991) pude refletir sobre a importância das mais diversas formas de expressão e arte.

Por @nataliabcs (link do texto na bio).
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"Safira é uma das personagens mais intensas da minha jornada como escritora. A jovem canoísta de 15 anos me fez pensar sobre o quanto a adolescência é delicada e desafiadora. Pensei em uma menina com as características iniciais de uma anti-heroína, que amadurece ao longo do tempo a partir de experiências dolorosas. Há um processo de crescimento emocional que culmina em redenção”. @anaclaudiatrigueiro

Link da matéria nós stories 🤳
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Inspirada no que nos lembra a música do grupo CoisaLuz quando canta: “Mulheres que caminham juntas, ninguém é capaz de domar” , quero trazer a memória o #EleNão de 2018, momento que várias mulheres de distintos espectro político, de distintas religiões, cores, lugar de moradia e inclusive diferentes classes sociais, apontavam que um candidato que defendia armas, que tinhas atitudes racistas, machista e LGBTfóbicas, que além disso era completamente despreparado para governar o país, traria retrocessos em todos os âmbitos da vida social, mas isso teria um impacto ainda maior na nossa vida.

Estávamos certas!

Vivemos hoje em um país que a fome voltou de forma massiva e quem mais tem que lidar com essa realidade são as mulheres negras. Quem ainda não está vivenciando diretamente a fome, está vendo sua alimentação piorar dia após dia, pois os preços dos alimentos dificultam inclusive os setores médios a ter acesso a mesma comida que tinha antes. E nesses setores médios também são as mulheres que tem que lidar com a cobrança de fazer mais com menos, mas é preciso perguntar se com outra política econômica, social e ambiental seria preciso fazer mais como quase nada, como ocorre hoje.

Por @michelacalaca (link nos stories).
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"Lamentavelmente, e em geral, as mulheres negras são tratadas como problema e excluídas no exercício de seus direitos aos bens e servidos pelo poder do Estado, seus entes e ações. Como aponta a declaração da III Conferência Mundial contra o racismo, xenofobia e intolerâncias correlatas: “Estamos convencidos de que racismo, discriminação racial, xenofobia e intolerância correlata revelam-se de maneira diferenciada para mulheres e meninas, e podem estar entre os fatores que levam a uma deterioração de sua condição de vida, à pobreza, à violência, às múltiplas formas de discriminação e à limitação ou negação de seus direitos humanos”.

Por @adycanario
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"A maternidade compulsória afeta a todas nós, de forma mais ou menos intensa. Tecnicamente, uma mulher que deseja filhos no futuro, mas acha que ainda não seja o momento para os ter, se mantém dentro da normatividade materna. Ela quer virar mãe, cumpre a expectativa normativa. Pode sentir uma cobrança mais interna, no sentido de querer algo que ainda não consegue realizar. Por sua vez, expressar a falta de desejo de se tornar mãe configura uma transgressão a essa normatividade. Apesar de a não maternidade ser mais aceita em determinados círculos sociais, não vem sem pressões ou agressões". Ana Luiza de Figueiredo (@analuiza.dfigsouza), autora do livro “Ser mãe é f*d@!”: mulheres, (não) maternidade e mídias sociais”.

Leia matéria completa na matracas.com.br (link nos stories).
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"Que estamos inseridos numa cultura machista, misógina e sexista, isso boa parte das mulheres sabem, por que de uma forma ou outra, um desses elementos vai chegar à sua vida. Mas para que fique claro o significado real de cada termo, vamos às definições de cada um, acompanhados de alguns exemplos para que fique clara nossa percepção. 

O machismo pode ser definido como um sistema de representação e comportamentos que diferencia as relações entre homens e mulheres, ou seja, tem ligação com gênero, sendo caracterizado por um sistema de dominação que se confirma nas relações, onde um comporta-se de forma superior ao outro. O machismo nem sempre se apresenta de forma tão explicita, em grande parte, mostra-se sutil nas relações cotidianas, principalmente naquelas em que homem está ocupando uma posição mais favorável que as mulheres. Algumas atitudes como tentar justificar a roupa de uma vítima de assédio, acreditar que homens precisam colaborar com serviços em casa, quando na verdade também é obrigação deles, são alguns exemplos que revelam o machismo presente diariamente em nossas casas."

Por @suzianyaraujoadvogada (link do texto completo nós stories).
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Já fazia algum tempo que eu não assistia a um filme que me surpreendesse para além dos já saturados “plot twist”* que vemos na maioria das produções atuais. Por esse motivo resolvi trazer a indicação de um longa atual e ao mesmo tempo original justamente porque subverte as expectativas do espectador sobre os clichês da maioria dos filmes terror e suspense.

Em Fresh (2022), vemos uma jovem adulta chamada Noa se frustrar com encontros marcados através de aplicativos de namoro. Ela, no entanto, acaba conhecendo um cara “na vida real” chamado Steve, com quem começa a ter um relacionamento “dos sonhos. Noa aceita um convite de Steve para uma escapada de fim de semana, mas descobre que o novo amante esconde alguns segredos incomuns.

Por @nataliabcs (link do texto nos stories).
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"No início, era projeto. Hoje, concretude. Tudo começou no componente curricular História e Psicanálise, no curso de graduação em História, da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN). Certo dia, a turma adentrou em uma discussão (em sala online, no contexto de Pandemia do COVID-19) sobre a “perda da virgindade”. 

Depois dessa aula, ficou o assunto reverberando em mim. Paralelamente, estava eu fazendo leituras de textos sobre Feminismos, os quais eram obrigatórios para serem discutidos em sala de aula no Doutorado de Ciências Sociais, na disciplina Seminários Temáticos de Gênero – Conexões entre feminismos clássicos e contemporâneos, no Programa da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC)."

Por @aryannequeiroz_psi

Mais sobre o e-book "Memórias de Virgindades Perdidas" na matracas.com.br (link nos stories).
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"No artigo anterior falei um pouco da importância do dia de hoje, o 2 de abril é uma data celebrada mundialmente. Apesar de nos dias atuais o autismo ser um transtorno já conhecido da grande parte da população, muitos ainda não têm dimensão da proporção que ele causa. Em pesquisa recente nos EUA, estima-se que exista 1 autista para cada 44 nascimentos. É uma dimensão assustadora e devastadora se imaginarmos que esse número tende sempre a cair.

A nível de Brasil, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) é o órgão responsável pelo censo que a cada década levanta dados essenciais para políticas governamentais. O último levantamento, em 2010, estimava uma população de 45 milhões de pessoas com deficiência e uma subnotificação (sem dados precisos) de 2 milhões de brasileiros com TEA. A grande novidade para a pesquisa deste ano, que já está em vigor, é de uma pergunta significativa sobre pessoas no espectro, dados de muita importância para que sejam elaboradas políticas públicas vislumbrando melhorias em áreas como saúde, educação e assistência social."

Coluna de @rafaela.gurge na matracas.com.br
(link nos stories).
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"Para que o tema violência doméstica deixe de ser pauta central é preciso construir hoje o alicerce entre as atuais e futuras gerações, para que cresçam respeitando as mulheres como sujeitos detentores de direitos individuais e coletivos.  É preciso a formação de uma cultura que não reproduza mais o machismo, e tem que iniciar em casa, nas escolas, nas instituições públicas e privadas, e nos mais diversos espaços coletivos. E é necessário que a sociedade seja capaz de entender a importância dessa transformação."

Coluna de @suzianyaraujoadvogada na matracas.com.br (link nos stories).
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"Em 21 de março de 1960, na África do Sul, mais de vinte mil sul africanos lutavam pacificamente contra a Lei de Passe imposta pelo Apartheid e foram atacados por tropas do exército. Essa lei exigia à população negra usar uma caderneta com a escrita onde poderiam ir, a cor, a etnia e a profissão, sendo obrigatória a apresentação deste registro quando solicitado pelos policiais, caso contrário seriam detidos. O acontecimento foi registrado como o Massacre de Sharpeville, deixando 69 mortos e 186 feridos.

Esse fato gerou o “Dia Internacional pela Eliminação da Discriminação Racial” proclamado pela Organização das Nações Unidas (ONU) visando rememorar as vítimas e o combate ao racismo."

Coluna completa de @adycanario na matracas.com.br (link nos stories).
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"De acordo com dados da Associação Brasileira das Empresas do Mercado Erótico e Sensual, (Abeme), apenas em 2020, ano em que as pessoas ficaram em isolamento social devido à pandemia da Covid 19, o Brasil registrou a venda de R$ 2 bilhões em produtos. Já em 2021, no mercado virtual, a Dona Coelha, sex shop voltado para o publico feminino, aumentou as vendas 475% em relação ao ano anterior.

Em Mossoró, de forma presencial, a busca por produtos que garantem aumentar o prazer não é diferente. A empresária Angélica Gomes, há quinze anos dona do Sex shop Sensual Fetiche, conta que a timidez ainda acompanha as mulheres na hora de escolher sobre quais produtos levar, mas que isso vem mudando ao longo dos anos. Angélica também revela que a maioria das que escolhe um vibrador, por exemplo, conta que é para o autoprazer”.

Leia matéria completa da jornalista @emanueladesousa na matracas.com.br pelo link nos stories.
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"Antes de falarmos dos desdobramentos acerca de como conscientizar sobre o autismo, primeiro faz-se necessário entendermos o espectro e de que maneira ele afeta o indivíduo e as pessoas que o rodeiam. O Transtorno do Espectro Autista, ou simplesmente TEA, é um distúrbio do neurodesenvolvimento cercado de déficits comportamental, linguístico e sensorial de uma complexidade que dificulta o entendimento de quem é leigo no assunto."

Leia a coluna completa de @rafaela.gurge na matracas.com.br (link da coluna nos stories).
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Nossa colunista @socorrosilva13 mostrando um pouco do ato do 8M em Madri.

#8M
#mulheresnasruas
#diainternacionaldelutadasmulheres
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"Você já assistiu a algum filme dirigido por uma mulher nesse ano? O número de mulheres no comando de sets ainda é pouco quando comparado aos nomes masculinos, mas elas ganham cada vez mais destaque e espaço no cinema. E o que não falta são obras maravilhosas para presentear os amantes da sétima arte. Que tal escolher o Dia Internacional da Mulher para prestigiar o trabalho de uma diretora? Aqui vão algumas dicas de filmes incríveis dirigidos por mulheres."

Coluna completa de @nataliabcs na matracas.com.br (link nos stories).
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"Em 8 de março é comemorado o Dia Internacional das Mulheres, data instituída a partir das Organizações Internacionais. Ao longo desse processo, são muitos os desafios e conquistas na luta do movimento de mulheres. Assim, aproveitamos para trazer as “Memórias da plantação: episódios de racismo cotidiano” (2019), da escritora Grada Kilomba. Uma importante obra para refletirmos individual e coletivamente as variadas questões que ainda nos inquietam, ontem e hoje. Com escrita reveladora, trata-se de uma abordagem interdisciplinar na perspectiva de novos conhecimentos, reunindo relatos reais de racismo por meio de narrativas contundentes. Uma excelente leitura, a quem se interessar pelo tema. São muitos ensinamentos e novos conhecimentos."

Leia coluna completa de @adycanario na matracas.com.br (link nos stories).
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É doar-se, sem medidas.

É cicatrizar feridas.

É ser sem fronteiras.

É ir além das boas maneiras.

É reiventar-se, constantemente.

É amar e amar e amar, sucessivamente.

É saber lidar com os desafios.

É também viver por um fio.

É vencer a TPM, mês a mês.

É dizer que foi lá e fez!

É ter coragem de enfrentar leões.

É encarar, dia a dia, tantos machões.

É ter o direito de ser fraca ou forte.

É não desanimar, é não perder o norte.

Ser mulher é sinônimo de muito combate.

Não há quem possa com uma mulher de verdade!

Por @aryannequeiroz_psi
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"Não há lugar onde a mãe não seja uma presença que melhor seria se alí não estivesse 

A mulher com náusea, vomitando ou tendo um episódio de desmaio. É assim que a novela avisa que a personagem engravidou. Na concretude dos fatos quase sempre é diferente, o alerta vem depois que a mulher chega de um dia de trabalho e sente as pernas doerem em dobro, a enxaqueca persistindo mesmo depois de tomar o analgésico encontrado no fundo da bolsa entre as notas fiscais amassadas e os seios mais sensíveis do que o habitual da ovulação. Um beta confirmado é uma sentença, e é claro que a sentenciada ainda nem faz ideia do caminho de profundas rupturas, disforias e cisões. 

O arquétipo da mãe é posto como lugar de chegada natural para a mulher. Essa naturalização da maternidade, ou seja, esse movimento compulsório que nos lança para o gerar, o parir e o cuidar tem uma força proporcionalmente inversa ao suporte, acolhimento e investimentos políticos voltados para o maternar. Dizemos, então, numa tentativa de sermos validadas, que nós criamos os cidadãos do amanhã. Não adianta. "

Leia mais na coluna de @shemillapaiva (link nos stories).
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Com o mote “Pela Vida das Mulheres Bolsonaro Nunca Mais! Por um Brasil sem Machismo, Racismo e Fome”, mulheres tomam as ruas neste 8 de Março, Dia Internacional da Mulher.

Em Mossoró várias ações já estão acontecendo desde o início da manhã de hoje. Cada organização e movimentos feministas vem registrando sua presença na luta, com atividades em vários pontos da cidade.

No início da manhã a Coletiva Motim Feminista realizou a Alvorada Feminista, na praça da catedral. A ação contou com um abordagem a populares nas ruas, com entrevistas para o programa simbólico “Rádio TV Feminista”.

Ainda dentro da programação do 8M, a Marcha Mundial das Mulheres em Mossoró realizou durante toda a manhã uma ação política em frente ao Centro Feminista 8 de Março, com a feira de economia feminista e solidária.

Leia mais sobre as ações do 8M em Mossoró na matracas.com.br (link nos stories).
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O Rio Grande do Norte já é considerado um dos Estados mais violentos para as mulheres. Em 2021 o RN registrou elevadas estatísticas de violências praticadas contra mulheres. Dados referentes ao somatório dos registros da Lei Maria da Penha para os crimes de ameaça, calúnia, descumprimentos de medidas protetivas de urgência, injúria, lesão corporal, vias de fato, estupro, estupro de vulnerável e violência doméstica no ambiente familiar contra a mulher apontaram um aumento de 51,1%, num comparativo entre 2020 e 2021, segundo dados da Secretaria de Comunicação Social da Polícia Civil (Secoms). Incluídos nesse número os casos de violência doméstica praticados contra mulher não só pelo parceiro, mas, também, pelos familiares. Conforme os registros de janeiro a setembro de 2020, foram 2.945 casos de violência doméstica. Nesse mesmo período de 2021 (janeiro a setembro), foram 4.421."

Matéria completa de @ceicaguilherme no site da matracas.com.br (link na bio e nos stories).
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